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Borracha, um novo ciclo.

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dc.contributor.author Embrapa Centro Nacional de Pesquisa de Seringueira e Dendê
dc.date.accessioned 2013-12-17T12:37:54Z
dc.date.available 2013-12-17T12:37:54Z
dc.date.issued 1983-12
dc.identifier.citation Embrapa Centro Nacional de Pesquisa de Seringueira e Dendê. Borracha, um novo ciclo. Manaus: Embrapa Centro Nacional de Pesquisa de Seringueira e Dendê, Documentos, n. 3. 1983. 30 p. pt_BR
dc.identifier.issn 0101-9058
dc.identifier.uri http://www.bibliotecaflorestal.ufv.br/handle/123456789/5717
dc.description O conteúdo é apresentado em onze capítulos: 1 - Borracha, um novo ciclo; 2 - Fatores técnicos limitantes da produção; 3- Centro de pesquisa; 4 - Programa de pesquisa da seringueira; 5 - Abrangência do programa; 6 - Acordos de cooperação internacional; 7 - Recursos humanos e financeiros; 8 - Resultados obtidos e esperados; 9 - Difusão e capacitação; 10 - Quadro de pesquisadores; 11 - Equipe técnica do CNPSD. pt_BR
dc.description.abstract O Brasil consome atualmente 300.000 toneladas de borracha/ano, sendo cerca de 25% de borracha natural e 75% de borracharia sintética(SUDHEVEA. Anuário Estatístico, 31. 1982). Essa proporção natural/sintética estaria no limite tolerável de combinação da borracha para uso industrial, sem contar que grande número de produtos exigem 100% de borracha natural na sua fabricação. Enquanto a produção nacional de borracha sintética alcançou a auto-suficiência (228.000 toneladas, em 1982), inclusive com excedentes que vêm sendo exportados, a produção brasileira de borracha natural somente agora atingiu 32.800 toneladas (1982), muito aquém das nossas crescentes necessidades, embora o setor esteja em recuperação. Da borracha natural produzida no País, mais de 80% ainda é proveniente de seringas nativos da Amazônia por outras atividades, provocando êxodo dos seringueiros para os centros urbanos e garimpos, têm sido certamente decisivas nos últimos anos. Até 1980 importávamos da Malásia e outros países produtores o dobro da borracha natural que produziamos, para atender nossa demanda industrial. Apesar da reação do setor nos últimos três anos, e se considerarmos ainda o fato de que a produção nacional de borracha sintética depende grandemente de importação de petróleo, são facilmente perceptíveis os reflexos na nossa balança comercial. Outro aspecto a destacar é que a projeção do emprego da borracha é crescente em todo o mundo, revelando um mercado bastante amplo, cujo espaço o Brasil reúne condições inigualáveis para ocupar. Diante do quadro das necessidades nacionais, ditado pela demanda das indústrias e pelo "deficit" das relações comerciais, e das perspectivas oferecidas pelo mercado mundial, o Governo Federal criou e vem desenvolvendo um programa de âmbito nacional, denominado PROBOR - Programa de Incentivo à Produção de Borracha Natural Ora na terceira versão, este Programa, coordenado pela Superintendência da Borracha (SUDHEVEA), tem por objetivo incrementar a produção brasileira de borracha, através da recuperação de seringais nativos e da expansão da heveicultura no território nacional. pt_BR
dc.format 30 páginas pt_BR
dc.language.iso pt_BR pt_BR
dc.publisher Embrapa Centro Nacional de Pesquisa de Seringueira e Dendê pt_BR
dc.relation.ispartofseries Documentos;3
dc.subject.classification Ciências Florestais::Tecnologia e utilização de produtos florestais::Tecnologia de produtos florestais não madeireiros pt_BR
dc.title Borracha, um novo ciclo. pt_BR
dc.type Boletim Técnico pt_BR

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