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Análisis colorimétrico del extracto acuoso de hojas de teca

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dc.contributor.author Mendoza, Zaíra Morais dos Santos Hurtado de
dc.contributor.author Borges, Pedro Hurtado de Mendoza
dc.date.accessioned 2016-06-16T15:04:58Z
dc.date.available 2016-06-16T15:04:58Z
dc.date.issued 2015
dc.identifier.citation MENDOZA, Z. M. S. H.; BORGES, P. H. M. Análisis colorimétrico del extracto acuoso de hojas de teca. Revista Árvore, Viçosa, v.39, n.5, p.953-961, 2015. pt_BR
dc.identifier.issn 1806-9088
dc.identifier.uri http://www.bibliotecaflorestal.ufv.br:80/handle/123456789/17743
dc.description.abstract El estudio tuvo como objetivo una evaluación colorimétrica del extracto acuoso de hojas de la base y del ápice de árboles de teca, provenientes de repoblación forestal en Mato Grosso. Los parámetros utilizados en el sistema CieLab fueron determinados por el colorímetro MINOLTA, modelo CR400. Los extractos acuosos fueron mantenidos a una tasa de calentamiento de 100 o C por el tiempo de 1 y 2 horas separadamente. En el análisis de los datos se adoptó el delineamento enteramente casualizado (DEC), con 6 repeticiones, en el esquema de parcelas subdivididas. En este caso se consideró como factor principal la posición de la hoja en la copa del árbol y el tiempo de calentamiento como secundario. La luminosidad no presentó diferencias significativas, en función de los factores evaluados. Se observó una pérdida en la pigmentación amarilla de la base para el ápice. Así, se verificó el color amarillo anaranjado en la base y rojo anaranjado en el ápice. Se concluyó que tanto la posición de la hoja en la copa del árbol, cuanto el tiempo de calentamiento influyeron en la coloración de los extractos, siendo 1 hora suficiente para la obtención de los colorantes, independientemente de la posición en la copa. pt_BR
dc.description.abstract Este estudo objetivou a avaliação colorimétrica do extrato aquoso das folhas da base e do ápice de árvores de teca, provenientes de reflorestamento no Estado de Mato Grosso. Os parâmetros utilizados no sistema CieLab foram determinados pelo colorímetro MINOLTA, modelo CR400 e os extratos aquosos, mantidos a uma taxa de aquecimento de 100 °C pelo tempo de 1 e 2 h, separadamente. Na análise dos dados, adotou-se o delineamento inteiramente casualizado (DIC) com seis repetições, no esquema de parcelas subdivididas. Neste caso, considerou-se como fator principal a posição da folha na copa da árvore e o tempo de aquecimento como secundário. A luminância não apresentou diferenças significativas em função dos fatores avaliados. Observou-se perda na pigmentação amarela da base para o ápice. Assim, verificou-se a cor amarelo-laranja na base e vermelho-laranja no ápice. Concluiu-se que tanto a posição da folha na copa da árvore quanto o tempo de aquecimento influenciaram na coloração dos extratos, sendo 1 h suficiente para obtenção dos corantes, independentemente da posição da folha na copa. pt_BR
dc.format 9 páginas pt_BR
dc.language.iso es pt_BR
dc.publisher Sociedade de Investigações Florestais pt_BR
dc.relation.ispartofseries Revista Árvore:v.39,n.5;
dc.subject.classification Ciências Florestais::Tecnologia e utilização de produtos florestais::Tecnologia de produtos florestais não madeireiros pt_BR
dc.title Análisis colorimétrico del extracto acuoso de hojas de teca pt_BR
dc.title Análise colorimétrica do extrato aquoso de folhas de teca pt_BR
dc.type Artigo pt_BR

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