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Variation of microfibril angle of Pinus radiata D. Don in relation to tree spacing in chilean plantations

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dc.contributor.author Alteyrac, Jerome
dc.date.accessioned 2015-11-18T11:58:32Z
dc.date.available 2015-11-18T11:58:32Z
dc.date.issued 2015
dc.identifier.citation ALTEYRAC, J. Variation of microfibril angle of Pinus radiata D. Don in relation to tree spacing in chilean plantations. Revista Árvore, Viçosa, v. 39, n. 4, p. 751-758. 2015. pt_BR
dc.identifier.issn 1806-9088
dc.identifier.uri http://www.bibliotecaflorestal.ufv.br:80/handle/123456789/16270
dc.description.abstract Four stands of 28-year-old radiata pine (Pinus radiata D. Don) grown in the eighth region (Biobio) of Chile were sampled to determine the effect of tree spacing on the microfibril angle. The samples were taken at two different stem levels of the tree, 2.5 m and 7.5 m, with increment strip taken in the Nothern direction. The four experimental stands were characterized by the following spacing 2x2, 2x3, 3x4 and 4x4. The microfibril angle was measured by X-ray diffraction with the SilviScan technology at the FP-Innovation- Paprican Division in Vancouver, Canada. The results showed a significant effect of tree spacing on the microfibril angle in both juvenile wood and mature wood as well as at the two stem levels considered. The minimum (9.42o) was reached in 2x2 stand at 7.5 m in mature wood, while maximum microfibril angle (24.54o) was obtained in 2x3 stand at 2.5 m in juvenile wood. Regarding the effect of tree spacing, 4x4 stand had the lowest microfibril angle,except in mature wood at 7.5 m where 4x4 had the highest microfibril angle (11°) of the four stands. pt_BR
dc.description.abstract Quatro espaçamentos de pinheiro radiata (Pinus radiata D. Don) com 28-anos de idade, cultivado na região oitava (Biobio) do Chile, foram amostrados para determinar o efeito da árvore no espaçamento sobre o ângulo de microfibrilas. As amostras foram tomadas em dois níveis diferentes dos ramos da árvore, 2,5 m e 7,5 m, com incremento de strip, no sentido Norte. As quatro bancadas experimentais foram caracterizadas por seguir o espaçamento 2x2, 2x3, 3x4 e 4x4. O ângulo de microfibrilas foi medido por difração de raios X com a tecnologia SilviScan, na FP-Inovação-Paprican Divisão, em Vancouver, Canadá. Os resultados indicaram efeito significativo do espaçamento entre árvores no ângulo de microfibrilas em madeira juvenil e madeira madura, bem como nos dois níveis considerados tronco. O mínimo (9,42) foi atingido no espaçamento de 2x2 a 7,5 m na madeira adulta, enquanto o ângulo de microfibrilas máximo (24,54) foi obtido no espaço de 2x3 a 2,5 m na madeira juvenil. Quanto ao efeito de espaçamento, o espaçamento de 4x4 teve o menor ângulo de microfibrilas, salvo na madeira adulta de 7,5 m, em que 4x4 teve o maior ângulo de microfibrilas (11) dos quatro espaçamentos. pt_BR
dc.format 8 páginas pt_BR
dc.language.iso en pt_BR
dc.publisher Sociedade de Investigações Florestais pt_BR
dc.relation.ispartofseries Revista Árvore:v.39,n.4;
dc.subject.classification Ciências Florestais::Manejo florestal pt_BR
dc.title Variation of microfibril angle of Pinus radiata D. Don in relation to tree spacing in chilean plantations pt_BR
dc.title Variação do ângulo de microfibrilas de Pinus radiata D. Don em relação ao espaçamento nas plantações chilenas pt_BR
dc.type Artigo pt_BR

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