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Avaliação do tratamento preservativo de taliscas de bambu com ácido pirolenhoso

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dc.contributor.author Matsuoka, Jéssica Harue
dc.contributor.author Beraldo, Antonio Ludovico
dc.date.accessioned 2015-08-11T18:53:46Z
dc.date.available 2015-08-11T18:53:46Z
dc.date.issued 2014-01
dc.identifier.citation MATSUOKA, J. H.; BERALDO, A. L. Avaliação do tratamento preservativo de taliscas de bambu com ácido pirolenhoso. Floresta, Curitiba, v. 44, n. 1, p. 11-20, jan./mar. 2014. pt_BR
dc.identifier.issn 1982-4688
dc.identifier.uri http://www.bibliotecaflorestal.ufv.br:80/handle/123456789/14824
dc.description.abstract A baixa resistência natural do bambu ao ataque de organismos xilófagos constitui uma das principais limitações ao seu pleno uso. O objetivo do presente estudo foi avaliar o efeito do ácido pirolenhoso no tratamento preservativo de taliscas de bambu-gigante contra fungos deterioradores. Para tal, foi realizado um ensaio de apodrecimento acelerado em laboratório com taliscas testemunhas (sem tratamento) e taliscas tratadas com o produto diluído em água fervente nas concentrações 0%, 5%, 10%, 20% e 30%, adotando-se tempos de imersão 15, 45, 90 e 180 minutos. As taliscas de bambu foram testadas após 6 e 16 semanas de exposição. Foram efetuadas inspeções visuais nas taliscas e aplicados ensaios não destrutivos de perda de massa e por ultrassom (6 e 16 semanas) e ensaios de flexão estática (após 16 semanas). Os resultados obtidos nos ensaios não destrutivos não evidenciaram o efeito dos fatores testados (tipo de solo, duração do tratamento e concentração da solução) nessas propriedades. A análise visual indicou apenas um ataque superficial nas taliscas, não evidenciando perda de massa. No ensaio de flexão estática, verificou-se o efeito favorável da duração do tratamento nos módulos de elasticidade (Em0) e de ruptura (MOR). O tipo de solo (natural ou estéril) não apresentou influência no módulo de elasticidade, enquanto que a concentração da solução não influenciou o módulo de ruptura. pt_BR
dc.description.abstract Bamboo presents a low natural resistance to decay, which constitutes one of the major limitations to its use. This study aims to evaluate pyroligneous acid effect against fungal bamboo deterioration through an accelerated laboratory decay with testing reference (without treatment) and treated specimens with the product diluted in boiling water at (0%, 5%, 10%, 20% and 30%) in different immersion times (15, 45, 90, and 180 minutes). Bamboo splits were evaluated after 6 and 16 weeks of exposure. Visual inspections and non-destructive tests (mass loss and ultrasound at 6 and 16 weeks) and bending (after 16 weeks) were applied to the bamboo strips. Results of the non-destructive tests did not allow to detect the effect of the factors (soil type, immersion time and solution concentration) on these properties. Only a superficial attack was observed by visual inspection, which did not denote mass loss. Immersion time shows a positive effect on modulus of elasticity (Em0) and on modulus of rupture (MOR). Moduli of elasticity and rupture were not influenced by soil type (sterile or natural), or by the concentration of the solution, respectively. pt_BR
dc.format 10 páginas pt_BR
dc.language.iso pt_BR pt_BR
dc.publisher Fundação de Pesquisas Florestais do Paraná pt_BR
dc.relation.ispartofseries Floresta:v.44,n.1;
dc.subject.classification Ciências Florestais::Tecnologia e utilização de produtos florestais::Tecnologia de produtos florestais não madeireiros pt_BR
dc.title Avaliação do tratamento preservativo de taliscas de bambu com ácido pirolenhoso pt_BR
dc.title Evaluation of preservative treatment of bamboo strips with pyroligneous acid pt_BR
dc.type Artigo pt_BR

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