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Propostas para o desenvolvimento da agroecologia no estado de Mato Grosso do Sul

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dc.contributor.author Urchei, Mário Artemio
dc.contributor.author Padovan, Milton Parron
dc.contributor.author Mercante, Fábio Martins
dc.contributor.author Cardoso, Sandro
dc.contributor.author Fontes, Clarice Zanoni
dc.contributor.author Rodrigues Neto, José Velasquez
dc.contributor.author Lidone, Sônia Maria
dc.date.accessioned 2015-06-17T13:17:49Z
dc.date.available 2015-06-17T13:17:49Z
dc.date.issued 2002-11
dc.identifier.citation URCHEI, M. A. et al. Propostas para o desenvolvimento da agroecologia no estado de Mato Grosso do Sul. Dourados: Embrapa Agropecuária Oeste, Documentos, n. 52. 2002. 49 p. pt_BR
dc.identifier.issn 1679-043X
dc.identifier.uri http://www.bibliotecaflorestal.ufv.br:80/handle/123456789/14208
dc.description Apresentação do conteúdo: 1 - Introdução; 2 - Justificativa; 3 - Metodologia; 4 - Propostas; 5 - Considerações finais; 6 - Relação de participantes e entidades; 7 - Anexos. pt_BR
dc.description.abstract No Brasil e no Estado de Mato Grosso do Sul, a modernização da agricultura, com a utilização de tecnologias intensivas em insumos químicos, aconteceu sem a distribuição de terra. Os benefícios dessas medidas - a chamada Revolução Verde - foram extremamente desiguais em termos de sua distribuição, pois os maiores e mais ricos agricultores, que controlam o capital e as terras férteis, foram privilegiados, em detrimento dos agricultores mais pobres e com menos recursos. Além disso, a Revolução Verde também contribuiu para disseminar problemas ambientais, como erosão do solo, desertificação, poluição por agrotóxicos e perda da biodiversidade. Com isso, embora tenha se elevado sobremaneira a produtividade das culturas, a miséria, a escassez de alimentos básicos, a desnutrição, o declínio nas condições de saúde e a degradação ambiental intensificaram-se. Em contraposição a esse modelo produtivista, a Agroecologia integra os princípios agronômicos, ecológicos e socioeconômicos à compreensão e avaliação do efeito das tecnologias sobre os sistemas agrícolas e à sociedade como um todo. Assim, ela ultrapassa a visão unidimensional, ou seja, genética, agronômica e edafológica, incluindo dimensões ecológicas, econômicas, políticas, sociais e culturais. Além disso, a Agroecologia propõe premissas de desenvolvimento endógeno, ou seja, de baixo para cima e de dentro para fora, que respeite as dinâmicas existentes nas comunidades e incorpore o saber popular no processo de formação do conhecimento. No aspecto tecnológico, a Agroecologia busca corrigir as distorções trazidas pela Revolução Verde, resgatando os princípios básicos e estratégicos da chamada agricultura tradicional, baseados na vivência e na prática acumulada historicamente pelos camponeses. A Agroecologia, no entanto, não prescinde da incorporação de alguns importantes e autênticos avanços da ciência moderna na compreensão dos fenômenos naturais, porém articula-os em um processo mais amplo de interesse social, tecnológico, político, cultural e ambiental. Apesar de existirem, no Estado de Mato Grosso do Sul, várias ações e iniciativas de diferentes naturezas sobre Agroecologia, envolvendo agricultores, organizações não- governamentais, instituições de pesquisa, universidades, movimentos sociais, fóruns interinstitucionais, com destaque para o Idaterra, que coordena o Programa Estadual de Agroecologia, as mesmas ainda são muito incipientes face ao modelo agrícola dominante. Embora essas ações tenham contribuído para o início da construção das bases para o desenvolvimento da Agroecologia no Estado, faz-se necessário intensificar outras iniciativas para fortalecer a visão agroecológica em Mato Grosso do Sul. Nesse sentido, a formulação de propostas para o desenvolvimento da Agroecologia no Estado de Mato Grosso do Sul, elaboradas a partir do 1° Seminário de Agroecologia do Mato Grosso do Sul, é uma contribuição efetiva para impulsionar a construção de um outro modelo agrícola em nosso Estado. pt_BR
dc.description.sponsorship SEBRAE - MS; SEPROD; Prefeitura de Dourados; MDA - PRONAF; Banco do Brasil; UEMS; FAPEMS; ARCO; COOPAER. pt_BR
dc.format 49 páginas pt_BR
dc.language.iso pt_BR pt_BR
dc.publisher Embrapa Agropecuária Oeste pt_BR
dc.relation.ispartofseries Documentos;52
dc.subject.classification Ciências Florestais::Meio ambiente::Ecologia e ecossistemas florestais pt_BR
dc.title Propostas para o desenvolvimento da agroecologia no estado de Mato Grosso do Sul pt_BR
dc.type Boletim Técnico pt_BR

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