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What can and should be legalized in ecological restoration?

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dc.contributor.author Aronson, James
dc.date.accessioned 2014-09-15T17:52:55Z
dc.date.available 2014-09-15T17:52:55Z
dc.date.issued 2010
dc.identifier.citation ARONSON, J. What can and should be legalized in ecological restoration? Revista Árvore, Viçosa, v. 34, n. 3, p. 451-454, 2010. pt_BR
dc.identifier.issn 1806-9088
dc.identifier.uri http://www.bibliotecaflorestal.ufv.br/handle/123456789/11000
dc.description.abstract After listing the five key elements of ecological restoration, ecology, economics, social values, cultural values, and politics, I celebrate the fact that in Brazil there is legislation on how to perform ecological restoration of degraded tropical forests, as well as an ongoing dialogue among legislators and scientists about this legislation, and also a lively debate among scientists as the best way forward, referring to articles by Brancalion et al. (2010) and Durigan et al. (2010) in this issue of Revista Árvore. Legislators elsewhere, especially megadiversity countries, should take note. I do not take sides in the debate; I think both groups of authors make very good points. Instead I call on the scientists and legislators concerned with restoration to ponder five strategic tools: A. Start with clear concepts. B. Decide where you want to go and why. C. Negotiate who should benefit & how, and who should pay, how, & why. D. Work out how an honest cost-benefit analysis of restoration would look, regardless of the biome in which you are working. Finally, figure out how to make the restoration immediately attractive for private landowners. Otherwise, they will not cooperate as fully as they could or should, and restoration efforts will not achieve its full potential. pt_BR
dc.description.abstract Depois de listar os cinco elementos chave da restauração ecológica - ecologia, economia, valores sociais, valores culturais e política, eu celebro o fato de que no Brasil há uma legislação sobre como conduzir a restauração ecológica de florestas tropicais degradadas, bem como o diálogo em andamento entre legisladores e cientistas sobre essa legislação, e também o intenso debate entre cientistas sobre a melhor forma de avançar, referindo aos artigos de Brancalion et al. (2010) e Durigan et al. (2010) nessa edição da Revista Árvore. Legisladores de todas as regiões, especialmente de países de megadiversidade, devem tomar nota. Eu não tomei partido por um dos lados no debate; eu acredito que ambos os grupos de autores apresentaram pontos muito bons. Em vez disso, eu sugiro que os cientistas e legisladores ponderem cinco ferramentas estratégicas: A. comece com conceitos claros. B. analise onde se quer chegar e por que. C. Negocie quem deveria se beneficiar e como, e quem deveria pagar, como e por que. D. Exercite uma análise honesta de custo-benefício da restauração, independentemente do bioma onde se está trabalhando. Finalmente, analise como tornar a restauração atrativa de imediato para os proprietários rurais. Caso contrário, eles não vão cooperar efetivamente da forma como eles poderiam ou deveriam, e os esforços da restauração não irão alcançar seu potencial por completo. pt_BR
dc.format 4 páginas pt_BR
dc.language.iso en pt_BR
dc.publisher Sociedade de Investigações Florestais pt_BR
dc.relation.ispartofseries Revista Árvore:v.34,n.3;
dc.subject.classification Ciências Florestais::Manejo florestal::Política e legislação florestal pt_BR
dc.title What can and should be legalized in ecological restoration? pt_BR
dc.type Artigo pt_BR

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